O que é independência financeira (e 5 passos para chegar nela)

Você por acaso já se perguntou o que é a independência financeira? Muita gente pensa que ela significa ter bom salário, um emprego estável, não depender de qualquer pessoa para cuidar da própria vida e simplesmente ter condições de pagar contas.

Acontece que independência financeira quer dizer muito mais do que isso.

É melhor entender o que significa independência financeira para ir em direção a ela e conquistá-la, se por acaso ela não fizer ainda parte da sua vida.

No âmbito das finanças pessoais, ela significa ter além de um orçamento equilibrado: ter também reservas financeiras suficientes para viver dessas reservas, sem depender de um trabalho.

Estou imaginando aqui que você pode estar pensando que ela é impossível de ser conquistada na sua vida. Acontece que há formas de você ter sua independência financeira, e quanto mais cedo você começar a trilhar esse caminho, mais fácil será.

Algumas reflexões para começar e que serão necessárias ao longo do caminho: parar de pagar juros abusivos com cartão de crédito e cheque especial, fazer escolhas mais inteligentes sobre o uso do seu dinheiro, trocar os rendimentos da caderneta de poupança por outros mais rentáveis no mercado financeiro, são alguns pontos importantes.

Veja aqui algumas dicas de o que fazer para chegar lá e ter rendimentos de investimentos superiores aos seus gastos mensais:

1. Tenha organização financeira

Organizar-se é o primeiro passo. Em pesquisa recente (SPC Brasil/CNDL-março 2018), seis em cada dez brasileiros (58%) admitem que nunca, ou somente às vezes, dedicam tempo a atividades de controle da vida financeira. Será que você faz parte desse grupo?

O controle financeiro pessoal pode ser feito à mão (caderno, agenda) ou de forma eletrônica (arquivos em nuvem, Excel, apps). O importante é que você conheça exatamente seus números, tenha o domínio de seus dados financeiros, faça escolhas inteligentes, evite jogar dinheiro fora com pagamento de juros e passe a ter dinheiro sobrando todos os meses para investir. Ter uma vida financeira saudável exige disciplina e comprometimento.

2. Equilibre seus números

Um dos maiores segredos da administração do dinheiro é o equilíbrio. Após elaborar seu orçamento financeiro com qualidade e entender para onde seu dinheiro está indo, parta para os ajustes necessários. Pelo menos 10% da sua renda mensal líquida deverá ser destinada a investimentos.

Reserve 55% para gastos básicos como moradia, educação e alimentação. Os 35% restantes devem ser destinados a quitação de dívidas, projetos em longo prazo e diversão. E lembre-se que o hábito de administrar o dinheiro é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem.

3. Coloque suas metas no papel

Aqui você vai colocar “no papel” todas as metas financeiras que você quer atingir, inclusive, seus maiores sonhos. Quando as metas são escritas corretamente, as chances de cumpri-las aumentam para 60%.

Para isso, divida suas metas em três categorias, isto é, metas de curto prazo (de 1 a 3 anos), de médio prazo (de 3 a 5 anos) e de longo prazo (acima de 5 anos). Descreva exatamente o que você quer, quando você vai conseguir, como você irá conseguir, quanto sua meta vai custar e porque sua meta é importante para você.

Vou dar um exemplo prático para você. Se por acaso você ainda não tiver reserva de emergência, essa poderá ser sua primeira meta. Vamos supor que sua renda mensal líquida seja de R$ 4.000 e que você deseje ter em um ano uma reserva financeira correspondente a duas vezes seu ganho líquido mensal.

Você poderá escrever sua meta assim: “Quero ter uma reserva financeira de pelo menos R$ 8.000 até a data tal (indicar dia, mês e ano) e para isso vou investir R$ 400 por mês porque desejo iniciar a construção da minha riqueza”.

4. Elabore seu planejamento

Você poderá colocar todas suas demais metas no papel e assim elaborar seu planejamento financeiro pessoal de forma consistente. Faça isso com todas as metas que você tiver, especialmente indicando como você irá conseguir cada uma delas.
Esse planejamento inclui quanto de dinheiro será poupado por mês, onde ele será investido e quanto tempo sua meta irá demorar para se realizar. Também coloque no planejamento se há outras pessoas envolvidas na meta e como elas irão colaborar. É o caso de viagens em família, por exemplo.

5. Entre em ação

Na vida, nada ocorre por acaso. Você e só você determina quando começar a implantar seu planejamento. E como a natureza não dá saltos, comece imediatamente a colocar em prática o que você determinou a fazer no seu planejamento que você deve ter escrito com tanto carinho.

Temos certeza que você já sabe que mais importante do que ter um método, é você colocá-lo em ação. Por isso, comece hoje mesmo a entrar em ação para atingir suas metas financeiras. Se precisar de um incentivo, coloque imagens de seus sonhos à vista, como no papel de parede do celular ou em sua agenda.

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Conteúdo por Evanilda Rocha, consultora & coach. Especialista em finanças pessoais, educação financeira e orçamento pessoal.

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